Roteiro de 5 dias em Seoul - Coreia do Sul

Seoul em 5 dias: nosso roteiro real por bairros, o que vale o hype e quanto custou

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Nesse post a gente vai contar o nosso roteiro completo em Seoul, dia a dia, com tudo o que a gente fez, comeu e sentiu ao longo da nossa viagem para a Coreia do Sul. Só que antes de começar o roteiro em si, a gente precisa te dar um aviso importante: a parte “prática” da viagem (que é a que salva de verdade) ficou no artigo anterior. Lá a gente colocou tudo o que a gente aprendeu apanhando, tipo como pagar, como usar o transporte público, quais aplicativos realmente ajudaram, como foi o clima na época, perrengues com cartão e por aí vai.

Se você ainda não leu, sério: começa por ele porque vai te poupar tempo, dinheiro e dor de cabeça.

Viagem para a Coreia do Sul: como é viajar, custos, transporte e dicas em Seoul

Se tem uma coisa que ficou muito clara pra gente em Seoul é que a cidade não é “um monte de ponto turístico” que você vai ticando numa checklist. Seoul é uma sequência de experiências que vão mudando completamente conforme você troca de bairro. E isso ficou ainda mais forte porque a gente viveu a viagem do jeito mais real possível: sem falar coreano, lendo cardápio no susto, traduzindo coisa no Google Tradutor, usando Google Lens e ChatGPT pra entender embalagem e, principalmente, se permitindo provar um monte de coisa que a gente nunca tinha nem visto na vida.

Esse post é exatamente o nosso roteiro de 5 noites em Seoul, separado por dia, do jeito que a gente viveu mesmo. Tem o que a gente fez, o que a gente comeu, os preços que apareceram nos vídeos, a vibe de cada região e as nossas percepções (inclusive quando a gente achou que não valia tanto assim).

Resumo rápido do roteiro por dia

  • Primeira noite: chegada em Seoul Station + primeiro prato coreano (Gamjatang) e tour do apartamento
  • Dia 1: Palácio Gyeongbokgung (troca da guarda) + Bukchon Hanok Village
  • Dia 2: Myeongdong (compras e comida de rua) + Gangnam (Bongeunsa e Gangnam Style Sculpture) + churrasco coreano
  • Dia 3: templo Jogyesa + galbi/“galbos” com queijo em Myeongdong + Insadong (rua do chá e souvenires) + Hongdae (café temático)
  • Dia 4: N Seoul Tower (teleférico, cadeados e vista) + Mercado de Gwangjang (comidas “Netflix”)

Primeira noite: chegada em Seoul Station e o nosso primeiro prato coreano (Gamjatang)

No dia que a gente chegou, a nossa meta era simples: não inventar moda. A gente estava cansado, ainda entendendo o fuso horário, e a última coisa que a gente queria era atravessar a cidade procurando “o restaurante perfeito”. Então a gente decidiu comer perto da Seoul Station mesmo, naquela lógica de “vamos garantir uma comida boa e depois a gente pensa no resto”.

A gente entrou num restaurante com cara bem tradicional, daqueles que você olha e pensa: “ok, isso aqui é comida de verdade e não pega turista”. E foi ali que veio o nosso primeiro prato coreano da viagem: Gamjatang, um ensopado bem encorpado com batata e ossos de porco.

Primeira impressão bem sincera: é gostoso, mas é muito apimentado. Foi o nosso batismo oficial na pimenta coreana, já chegando com os dois pés.

Nesse restaurante foi o nosso primeiro choque cultural com a língua: ninguém alí falava inglês e foi tudo na base de apontar e fazer mímicas.

Vídeo desse dia:

Dia 1: Gyeongbokgung pela manhã e Bukchon Hanok Village à tarde

Palácio Gyeongbokgung e a troca da guarda

No primeiro dia, a gente acordou com uma missão: ver a troca da guarda no Palácio Gyeongbokgung. A gente foi mais cedo e, sem exagero, foi uma experiência de arrepiar. Sabe quando acontece uma coisa e você sente a ficha caindo de verdade? Foi isso.

E tem um detalhe que torna isso ainda mais especial: a gente não fala coreano. Nada. Zero. Mesmo assim, deu pra curtir muito porque a cerimônia é super organizada, e você entende o que está acontecendo pelo conjunto: as roupas, o ritmo, a música, a sincronia, a forma como tudo parece pensado pra te transportar no tempo. Fica aquela sensação de “ok, agora sim a gente está vivendo a Coreia do Sul de verdade”.

Depois, andando pelo palácio, a gente ficou meio em choque com um detalhe que muda a forma de olhar pro lugar: ele foi construído em 1395. É muito louco pensar que você está pisando num lugar com essa idade, com aquela arquitetura que a gente vê em série, filme, dorama, desenho… só que gigante, ao vivo, cheio de detalhes e cores que parecem pintadas ontem.

Sobre preço, a gente pagou 3.000 won por pessoa (na época deu perto de R$ 12). A troca da guarda você consegue ver sem pagar, mas pra entrar e explorar de verdade, aí tem o ingresso. E uma dica clássica que a gente viu na prática: quem vai de hanbok (a roupa tradicional coreana) não paga entrada, então você vê muita gente fazendo isso e transformando o passeio numa experiência completa.

O que é Hanbok e por que ele aparece tanto em Seoul

Hanbok é a roupa tradicional coreana, ligada historicamente a cerimônias e datas especiais, e também a essa estética clássica do país. Em Seoul, principalmente na região dos palácios, virou uma experiência muito forte: você aluga, se veste, tira foto, passeia e entra nos lugares históricos. E o que a gente achou legal é que não fica com cara de “fantasia” e tem muita gente usando, então se você decidir usar, não vai se sentir desconfortável.

Bukchon Hanok Village: silêncio, cafés e um bairro que ainda é moradia

Depois do palácio, a gente foi andando até o Bukchon Hanok Village. Ele é aquele bairro famoso pelas casas tradicionais (os hanok), e tem uma coisa importante que muda completamente o clima: as pessoas moram ali. Por isso, rola um pedido real de silêncio em várias ruas.

E isso deixa o lugar ainda mais especial. Porque você está numa capital gigantesca, cheia de movimento, e do nada entra num bairro onde o som muda. Fica tudo mais quieto, mais respeitoso. Tem cafés lindos, lojinhas e cantinhos onde você só quer andar devagar e absorver o ambiente.

Dia 2: Myeongdong o dia inteiro, Gangnam no fim do dia e jantar de churrasco coreano

Myeongdong além da “feirinha”: bairro de compras, cosméticos e comilança

No segundo dia, a gente foi pra Myeongdong e ficou o dia inteiro por lá. E a primeira coisa que a gente precisa falar é: Myeongdong não é só “um lugar com comida de rua”. É um bairro enorme, com loja pra tudo quanto é lado, luz, movimento, eletrônicos, lembrancinha, cosmético, roupa, tudo.

E, pra quem gosta de skincare e beleza, tem um ponto que vira quase obrigatório: a Olive Young. A gente encontrou ali a maior Olive Young que a gente entrou na viagem, e dá vontade de ficar horas porque tem coisa demais pra testar e comprar.

Mas o que a gente mais amou (óbvio) foi a parte da comida. A gente se jogou na rua, beliscou um monte de coisa e saiu andando comendo uma coisa atrás da outra, naquele caos gostoso de viagem.

  • Batata empanada por 4.000 won
  • Camarão empanado por 5.000 won
  • Tanghulu (fruta caramelizada): morango e uva, e o morango ganhou
  • Espetinho de frango com barbecue: a gente achou meio seco
  • Milho com uma textura diferente, mais doce, quase “moti” na sensação
  • Moti com fruta inteira dentro: um dos melhores da vida, mesmo a gente não sendo super fã de moti
  • Pão com ovo e queijo: a gente queria isso no café da manhã todo dia
  • Doce Barba de Dragão (viral do TikTok): gostoso, mas gruda MUITO no dente

 

Gangnam: templo Bongeunsa e a escultura do Gangnam Style

No fim do dia, a gente pegou o metrô e foi pra Gangnam. É impossível falar de Seoul sem falar de Gangnam, porque o bairro virou um símbolo mundial da Coreia moderna, tecnológica e “rica”, muito por causa de Gangnam Style.

Mas a parte que mais marcou a gente foi o contraste. Porque Gangnam tem essa fama pop, mas ali do lado você entra no templo Bongeunsa e o clima muda na hora. A entrada era gratuita, e parece que alguém abaixa o volume do mundo quando você passa o portão. É aquele tipo de lugar que faz você respirar diferente.

Depois a gente foi ver a Gangnam Style Sculpture, que é um ponto bem turístico e divertido pra foto, porque remete direto à coreografia e ao hit que o mundo inteiro conhece.

Jantar: churrasco coreano e a experiência de montar sua própria “trouxinha”

À noite, a gente fechou com churrasco coreano. E o hype dele, pra gente, não é só “carne boa”. É a experiência inteira. Você senta, pede as carnes, e começam a chegar vários acompanhamentos. A pessoa do restaurante vem ajudar, vira a carne, e tudo acontece ali na sua frente.

A graça é montar a sua “trouxinha”: alface, carne, acompanhamentos… e pronto, você faz do seu jeito. E tem aquele detalhe muito coreano que a gente amou: eles cortam a carne com tesoura. Parece bobo, mas vira parte do ritual.

A conta deu 117.000 won e, na época, ficou ali por volta de R$ 380 a R$ 400 no total. Dividindo, deu algo como R$ 100 por pessoa, lembrando que a gente tomou umas cinco cervejas.

E uma coisa que a gente comentou na hora e acha que vale repetir aqui: se você não tiver como ir pra Coreia agora, dá pra matar um pouco dessa experiência em São Paulo também. Tem restaurante coreano com vibe parecida, principalmente em regiões com mais influência da comunidade coreana. Não é a mesma coisa, mas dá pra sentir um gostinho do ritual. Dá uma olhada no Cho Sun Gal Bi que postamos no nosso Instagram.

Dia 3: Jogyesa, almoço apimentado com queijo, Insadong e Hongdae

Templo Jogyesa e o respeito ao silêncio

No terceiro dia, a gente começou pelo templo Jogyesa. Só que, quando a gente chegou, estava rolando um ritual fechado lá dentro, então não deu pra entrar como a gente queria. E a sensação foi justamente essa: tem lugares em que o silêncio e a contemplação são tão importantes que você não tem nem vontade de “invadir” o espaço. A gente ficou mais do lado de fora, apreciou o clima e seguiu.

Almoço em Myeongdong: galbi/“galbos” com queijo na panela, preparado na mesa

Depois a gente voltou pra Myeongdong porque queria muito experimentar aquele prato famoso que chega na mesa e vira quase um show. A gente chama de galbi/“galbos” porque a pronúncia é um evento à parte, mas o importante é a experiência: vem tudo numa panela, alguém finaliza ali na sua frente e, quando você vê, já está salivando.

Tinha carne, queijo, e depois eles vão acrescentando mais coisas. A gente lembra de arroz, macarrão, até maionese apareceu em algum momento, e tudo vai ficando mais bonito, mais cheiroso e mais impossível de ignorar.

Na hora de provar, foi aquilo: apimentado a ponto de suar, mas gostoso demais. E depois a gente descobriu que existe versão sem pimenta, então se você for mais sensível, vale perguntar porque isso muda o rolê.

E sim, rolou ranking. Pra um de nós, esse prato virou o top 1 até ali. Pro outro, ainda ficava atrás do churrasco.

Insadong: rua do chá, souvenires e o lado mais “se permita” da viagem

De lá, a gente foi pra Insadong. E esse foi um dos lugares mais gostosos pra andar sem meta. Tem muita lojinha de souvenir, muita casa de chá, porcelana, embalagem bonita, coisa curiosa… e é também um daqueles lugares onde bate forte a sensação de “meu Deus, eu não entendo nada do que está escrito”.

E é aí que a Coreia pega a gente. Porque você entra num lugar sem entender, aponta, tenta traduzir, dá risada, e de repente descobre uma coisa maravilhosa onde você jurava que ia ser horrível. A gente viveu isso várias vezes.

Na casa de chá, a gente provou vários: um gelado (green plum, que a gente ficou na dúvida se era ameixa mesmo), gengibre, flor de lótus, crisântemo… e tem um detalhe que surpreende: alguns chás são tão intensos que parecem quase um caldo, mais grossos, bem diferentes do chá “leve” que muita gente está acostumada.

O destaque absoluto pra gente foi o chá de gengibre. Sem exagero: foi um dos melhores chás que a gente já tomou na vida. E ainda veio com docinhos tradicionais que lembravam um biscoitinho de arroz, leve, caramelizado por fora.

E uma dica bem vida real: em alguns lugares o cartão simplesmente não passa. Então, por mais que Seoul seja super moderna, é bom ter mais de uma forma de pagamento e um pouco de dinheiro também, porque isso salva o dia.

Hongdae: vibe universitária e o café temático Mint & Choco World

Pra fechar o dia, mesmo cansados, a gente foi pra Hongdae. A vibe muda completamente. É mais jovem, mais universitário, mais barulhento, com loja de roupa, fliperama, e um monte de café temático.

E foi ali que a gente foi no Mint & Choco World, um café inteiro focado em chocolate com menta. Esse tipo de coisa explica muito o hype de Seoul: a cidade tem uma criatividade absurda pra transformar “um café” em experiência. E aí você sai com uma memória que não estava nem no plano do dia.

Dia 4: N Seoul Tower com teleférico, cadeados do amor e vista sem subir na torre

A N Seoul Tower é um dos pontos mais icônicos e românticos de Seoul. E o nosso passeio teve tudo: logística, preço, escada que ninguém te avisa, decisão honesta de não gastar à toa e, claro, os cadeados.

A gente subiu de teleférico. No dia 24 de março de 2025, o ticket ida e volta pra adulto estava 15.000 won (na época deu cerca de R$ 56). Criança estava 11.500 won. E sim, dá pra comprar só ida ou só volta, mas a diferença não era tão grande.

O detalhe que quase ninguém fala e que pra gente fez diferença: pra chegar no teleférico a gente precisou subir muitos lances de escada porque o elevadorzinho não funciona nas segundas-feiras. Parece pequeno, mas se você estiver cansado, isso muda o passeio.

Lá em cima, a gente viu quanto custava subir no topo da torre: 26.000 won, com desconto pra 23.400 won se comprasse pelo aplicativo. E aí veio a decisão bem sincera: o dia estava nublado e a vista dali de cima do morro já era ótima. A gente preferiu guardar esse dinheiro pra gastar com outra coisa, porque somando teleférico + topo fica um rolê bem caro.

E aí veio a parte clássica e bem casal: os cadeados do amor. A gente comprou um cadeado (a gente viu por 9.000 won e também por 10.000 dependendo do tamanho) e ainda tinha caneta (mais 1.000 won). A gente escreveu nossos nomes e colocou lá. E ainda rolou aquela cena caótica da amiga abrindo cadeado dos outros e “estragando relacionamento”, que é o tipo de detalhe que nenhum guia vai te contar e que vira memória pra sempre.

Outra coisa que ajuda no planejamento: lá em cima tem 7-Eleven e opções pra comer. Dá pra transformar o passeio em um momento mais tranquilo, de sentar, descansar e ficar olhando a cidade, não só “bater ponto turístico”.

Dia 5: Mercado de Gwangjang e o hype “Netflix” na prática

Depois da N Seoul Tower, a gente foi pro Mercado de Gwangjang, um dos lugares mais famosos pra comer em Seoul e que ficou ainda mais conhecido por aparecer em produções tipo Street Food (Netflix). É aquele mercado que você entra e parece que tem comida em cada centímetro. Você anda e só vai ouvindo fritura, vendo massa sendo aberta, gente comendo, gente pedindo… é um paraíso pra quem ama comer viajando.

A gente tinha uma barraca “alvo” que era de uma chef famosa do programa, mas estava fechada. E, pra falar a verdade, isso nem atrapalhou tanto porque o mercado inteiro é um grande evento gastronômico. Você só escolhe o que te dá mais vontade e vai.

  • Hot dog coreano com molhos e massa leve, recheio com salsicha e queijo: a gente amou
  • Dumplings (mandu) feitos na hora: deu pra ver elas moldando lá atrás; 7.000 won o prato com 6 unidades
  • Um detalhe bem vida real: em alguns lugares, pra sentar, cada pessoa precisa pedir algo, o que é chato quando você só quer beliscar
  • Tteokbokki bem apimentado, mas com uma textura melhor do que a gente já tinha provado no Brasil; parece “nhoque de arroz”
  • Panqueca/bolinho de feijão que virou destaque no nosso ranking
  • Bolinho de tofu com arroz, mais suave
  • Linguiça de sangue: a gente provou no espírito de experimentar a cultura, mas achou meio sem graça e com textura estranha
  • Polvo “vivo” (ele não está vivo de verdade, mas se mexe por reflexo): tem que mastigar muito bem porque gruda
  • Uma sobremesa com marshmallow que frustrou um pouco e outra fritinha bem doce que a gente gostou

O hype do Gwangjang é simples: ele entrega comida feita na hora, variedade absurda e aquele clima de “todo mundo veio aqui pra comer”. Sem cerimônia, sem frescura.

Passeios em Seoul

Se você já está com algum passeio em mente, a nossa dica é comprar com antecedência pela Civitatis. Além de poder pagar em real e até parcelar, a plataforma trabalha só com guias credenciados e ainda oferece cancelamento gratuito em até 24 horas, o que dá uma segurança enorme para quem está organizando a viagem com antecedência. Em Seoul, por lá dá para reservar desde a visita à Zona Desmilitarizada, aluguel de hanbok, passeio de barco pelo rio Han, ingresso para o observatório Seoul Sky, free tours e até a entrada antecipada da N Seoul Tower, economizando tempo e evitando filas.

Se você já está com algum passeio em mente, a nossa dica é comprar com antecedência pela Civitatis. Além de poder pagar em real e até parcelar, a plataforma trabalha só com guias credenciados e ainda oferece cancelamento gratuito em até 24 horas, o que dá uma segurança enorme para quem está organizando a viagem com antecedência. Em Seoul, por lá dá para reservar desde a visita à Zona Desmilitarizada, aluguel de hanbok, passeio de barco pelo rio Han, ingresso para o observatório Seoul Sky, free tours e até a entrada antecipada da N Seoul Tower, economizando tempo e evitando filas.

 

Fechamento: por que Seoul ganhou o nosso coração

No fim, Seoul não ganhou a gente só por ser bonita ou por ter ponto turístico famoso. Ganhou porque é uma cidade que te obriga a participar. Você precisa se permitir: entrar em loja sem entender, apontar no cardápio, rir da própria pronúncia, traduzir embalagem, provar coisa estranha, descobrir coisa deliciosa do nada e viver os contrastes o tempo inteiro.

No mesmo dia, a gente saiu de um templo silencioso e foi parar numa rua cheia de luz, loja e comida. A gente passou por bairro tradicional e, minutos depois, estava no meio de um lugar que parece cenário de futuro. E isso vai ficando viciante.

Quando chegou a hora de ir embora, bateu uma sensação estranha: parecia que a gente estava se despedindo de um lugar que a gente acabou de conhecer, mas que já tinha virado “nosso” de algum jeito.

E se você está planejando sua viagem, a dica mais sincera que a gente pode te dar é: deixa espaço pro inesperado. Porque foram justamente essas situações fora do roteiro que viraram as melhores histórias.

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